Linhas de Pesquisa

Linhas de pesquisa e projetos

Os projetos de pesquisa desenvolvidos pela Fiocruz Mata Atlântica (FMA) se enquadram nas seguintes áreas e linhas de pesquisa da Fiocruz:

Áreas 1 (Entomologia, Biologia de Vetores e Reservatórios de agentes infecciosos) e 14 (Ambiente, Ecologia e Saúde: Estuda as relações e intervenções entre o homem e o ambiente e seus reflexos para a saúde individual e coletiva).  A FMA desenvolve projetos na interface entre biodiversidade e saúde na Mata Atlântica e outros biomas. Em escala local, a FMA desenvolve um projeto de longa duração para o levantamento e monitoramento da biodiversidade local, incluindo plantas, animais e microrganismos, intitulado Biota Pedra Branca. Coordena também um projeto em rede para prospecção de patógenos de potencial zoonótico e seus impactos na saúde animal e humana na cidade do Rio de Janeiro. O projeto inclui pesquisas em morcegos, saguis, roedores, marsupiais, animais domésticos e outros potenciais hospedeiros.

Em escala ampliada, coordena o projeto “Rede de prospecção e monitoramento de agentes zoonóticos associados a morcegos no Brasil”, que reúne pesquisadores da Fiocruz e outras instituições para avaliar a ocorrência e distribuição de 10 famílias virais, além de bactérias zoonóticas, tripanosomatídeos (como Trypanosoma cruzi) e fungos em morcegos.

Áreas 22 (Sociologia, Antropologia, Filosofia e Saúde, Cultura e Sociedade). A linha de pesquisa “Memória, religião e ambiente” busca conhecer, através de pesquisa documental, observação participante e entrevistas as práticas sociais culturais, religiosas e de manejo de fauna e flora dos povos tradicionais e populações que habitam o entorno do Parque Estadual da Pedra Branca.

Área 23 (História, Saúde e Ciência). Busca através de documentos institucionais da Fiocruz, de jornais e entrevistas, compreender quais são os marcos históricos da constituição dos setores e ou atividades da Fiocruz Mata Atlântica e registrar as memórias dos trabalhadores da FMA.

Biodiversidade, ambiente e saúde

A FMA desenvolve projetos na interface entre biodiversidade e saúde na Mata Atlântica e outros biomas. Em escala local, a FMA desenvolve um projeto de longa duração para o levantamento e monitoramento da biodiversidade local, incluindo plantas, animais e microrganismos, intitulado Biota Pedra Branca. Coordena também um projeto em rede para prospecção de patógenos de potencial zoonótico e seus impactos na saúde animal e humana na cidade do Rio de Janeiro. O projeto inclui pesquisas em morcegos, saguis, roedores, marsupiais, animais domésticos e outros potenciais hospedeiros.

Em escala ampliada, coordena o projeto “Rede de prospecção e monitoramento de agentes zoonóticos associados a morcegos no Brasil”, que reúne pesquisadores da Fiocruz e outras instituições para avaliar a ocorrência e distribuição de 10 famílias virais, além de bactérias zoonóticas, tripanosomatídeos (como Trypanosoma cruzi) e fungos em morcegos.

Monitoramento de patógenos em animais silvestres

Memória, religião e ambiente

Entre 2009 e 2013, foi realizado o projeto “Fortalecimento da cidadania – A memória Social da Colônia Juliano Moreira” entre outros produtos, houve a elaboração de dois capítulos do livro “O asilo e a cidade – Histórias da Colônia Juliano Moreira”, publicado em 2015, e impulsionou pesquisas sobre práticas religiosas na Colônia Juliano Moreira e o seu entorno. Nesta linha ainda está incluída a tese de doutorado, defendida em 2017, e publicada, em 2023, com o título “A interface entre política e cultura nas Comunidades Eclesiais de Base”. No ano de 2023, foi lançado o documentário “Doce Colônia” sobre a memória da criação de abelhas na Colônia Juliano Moreira. Em 2024, foi dado início ao projeto “Iniciativas de conservação na zona de amortecimento do Parque Estadual da Pedra Branca” que procura compreender as relações entre práticas religiosas e conservação ambiental.

A interface entre política e cultura nas Comunidades Eclesiais de Base

O asilo e a cidade – Histórias da Colônia Juliano Moreira

Memória institucional

Desde 2023, está em andamento o projeto “Memória do Horto-Escola da Fiocruz Mata Atlântica”. Em 2025, teve início o projeto “Memória institucional da Fiocruz Mata Atlântica: marcos institucionais e pessoas”.

Promoção da saúde

A FMA desenvolveu o jogo de tabuleiro “O lúdico na promoção da saúde com adolescentes e jovens: empatia e comunicação não violenta no jogo de tabuleiro #TAMOJUNTO”, visando promover diálogos e mediação de conflitos para a promoção da saúde. Após o lançamento, seguimos avaliando e ajustando o jogo para maior jogabilidade, motivação, compreensão e reflexão sobre os conteúdos abordados; ajuste da idade mínima; verificação da necessidade de mediação ou oficinas prévias; avaliação de estratégias para uso em escolas públicas; e adaptação ao formato Print & Play.

Jogo #TamoJunto

Estágio e iniciação científica na Fiocruz Mata Atlântica

Para estudantes de graduação, há oportunidades de estágio remunerado e bolsas de iniciação científica por meio do Programa de Estágio Curricular da Fiocruz (PEC Fiocruz) e do Programa Institucional de Bolsas para Iniciação Científica (IC Mata Atlântica). Veja mais informações em Programas de estágio e iniciação científica.

Clique aqui  para saber mais sobre nossas linhas de pesquisa e projetos em desenvolvimento.

Floresta da Pedra Branca

A região onde o campus da Fiocruz Mata Atlântica está inserido compreende bairros com baixos a médios índices de desenvolvimento social. Nessa região, atuamos na promoção da saúde e sustentabilidade, por meio de ações de fortalecimento das ações do SUS nos territórios, fortalecimento das redes que promovem segurança e soberania alimentar e economia solidária, educação socioambiental, experimentação de tecnologias sociais, restauração ecológica e pesquisas na interface entre biodiversidade, ambiente e saúde, visando minimizar o risco de surtos de zoonoses nessa região.

Assim, a FMA contribui para a missão da Fiocruz, fortalecendo a presença do Sistema Único de Saúde (SUS) em escala local por meio da integração de ensino, pesquisa, serviço e gestão pública. Também atua em alinhamento com a missão do Parque Estadual da Pedra Branca, contribuindo com a conservação do remanescente florestal onde está inserida.

Jequitibá centenário na Floresta da Pedra Branca

Territórios indígenas

Atualmente, a FMA coordena um Acordo de Cooperação Técnica entre a Fiocruz e o Movimento Baía Viva para ações de promoção da saúde e desenvolvimento sustentável em oito aldeias indígenas do Rio de Janeiro. Nesses territórios, as ações visam contribuir com segurança alimentar, saneamento ambiental, melhoria das moradias, saúde ambiental, cultivo de plantas com potencial medicinal, agrofloresta, restauração ecológica e uso sustentável da biodiversidade. Elas fomentam a geração de trabalho e renda com a cadeia produtiva da restauração ecológica e fortalecimento das atividades já desenvolvidas, como artesanato.

Assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre Fiocruz e Baía Viva para promoção da saúde em territórios indígenas 

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