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Fiocruz Mata Atlântica promoveu 4º Encontro de Pesquisa com foco em Pesquisas de Longa Duração em Uma Só Saúde

Nos dias 8 e 9 de julho aconteceu o 4º Encontro de Pesquisa da Fiocruz Mata Atlântica com o objetivo de estruturar um Programa de Pesquisa de Longa Duração em Biodiversidade e Saúde na Estação Biológica do campus. Com o tema “Integrando Pesquisas em Uma Só Saúde na Estação Biológica Fiocruz Mata Atlântica”, o evento contou com a participação de pesquisadores e estudantes da Fiocruz e externos que desenvolvem ou desejam iniciar projetos relacionados à biodiversidade e saúde na região da Floresta da Pedra Branca. A proposta foi promover o intercâmbio de experiências, fortalecer redes de colaboração e aprofundar a abordagem de Uma Só Saúde no contexto do bioma da Mata Atlântica.

A mesa de abertura teve a presença da Vice-Presidente Adjunta de Pesquisa e Coleções Biológicas (VPPCB/Fiocruz), Márcia Teixeira, e do Coordenador Executivo do Programa de Desenvolvimento do Campus Fiocruz Mata Atlântica da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS/Fiocruz), Ricardo Moratelli.

“A Estação Biológica Fiocruz Mata Atlântica é um laboratório natural para o desenvolvimento de projetos e ações na interface entre biodiversidade e saúde no contexto de periferias urbanas e áreas naturais no Rio de Janeiro, o que contribui com a geração de conhecimento para a promoção de territórios sustentáveis e saudáveis. Nesse encontro, vamos discutir possibilidades de fortalecimento e integração das pesquisas em andamento na Estação Biológica”, explicou Ricardo Moratelli.

“A Fiocruz Mata Atlântica é uma estação ambiental que está localizada em uma área de preservação, mas também é um campus avançado de pesquisa de laboratório. Aqui se fazem pesquisas da área de biomedicina, biociências e antropologia, sociologia, geografia, demografia, enfim, é um programa da Fiocruz que possui uma especificidade de atuar com território em um lugar que já em um passado recente, teve uma história de sofrimento da área da saúde, pois estamos falando da Colônia Juliano Moreira, que hoje parte dessa história está sendo transformada com a inovação desse campus”, falou na abertura, Márcia Teixeira.

Além da integração das pesquisas, nesse evento foram discutidas as novas etapas do projeto Biota Pedra Branca; o Programa de Iniciação Científica da Fiocruz Mata Atlântica; e a 2ª edição do livro Biodiversidade e Saúde na Estação Biológica Fiocruz Mata Atlântica.

O 4° Encontro de Pesquisa da Fiocruz Mata Atlântica teve transmissão pelo Canal do Youtube e pode ser revisitado, pois a gravação está disponibilizada no Canal do Youtube da Fiocruz Mata Atlântica.

Vale ressaltar que eliminar a TB como problema de saúde pública até 2030 é uma prioridade do MS e é uma meta da Agenda 2030. Embora o diagnóstico e o tratamento sejam universais e oferecidos para toda população pelo SUS, ainda existem barreiras para o acesso aos serviços de saúde, incluindo dificuldades no diagnóstico e demora no início do tratamento, além da persistência de estigma e discriminação relacionados à doença.

Saiba mais:

A Estação Biológica Fiocruz Mata Atlântica, criada em 2016, tem como missão apoiar, estimular e acolher, no seu perímetro e área de influência, a pesquisa, a inovação, a educação e a disseminação e divulgação de conhecimentos sobre a complexidade socioambiental e a relação entre biodiversidade e saúde, no âmbito da missão da Fiocruz. Além disso, tem o compromisso de contribuir na conservação e restauração ecológica do remanescente de Mata Atlântica na região da Colônia Juliano Moreira, em consonância com a missão do Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB), que está parcialmente sobreposto à EFMA.

  • 1a Estação Biológica do Ministério da Saúde
  • 1a Estação Biológica do Município do Rio de Janeiro
  • 1a Estação Biológica do planeta com objetivo primário de estudar relações em biodiversidade e saúde
  • 3a Estação Biológica do planeta em área de elevada intervenção antrópica
Assim, ela funciona como:

  • Laboratório natural para pesquisas na interface entre biodiversidade e saúde.
  • Laboratório para experimentação de tecnologias sociais para a resolução de problemas socioambientais de comunidades que vivem adjacentes a remanescentes de vegetação, sem acesso a serviços básicos, como saneamento e fornecimento de água potável.
  • Local de monitoramento da qualidade da água que abastece parte da Colônia Juliano Moreira.
  • Local de coleta de dados climáticos e ambientais para a região de Jacarepaguá, por meio de uma das três estações meteorológicas automatizadas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) disponíveis na cidade do Rio de Janeiro.
  • Espaço para educação socioambiental.
  • Reserva para conservação da biodiversidade e preservação do patrimônio natural.
Isis Breves
Jornalista

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