Territórios Sustentáveis e Saudáveis

A FMA atua na promoção de territórios sustentáveis e saudáveis na região da Floresta da Pedra Branca e em oito aldeias indígenas localizadas nos municípios de Maricá, Angra e Paraty, no Estado do Rio de Janeiro. Nesses territórios, atuamos sob a premissa da determinação social da saúde e eixos prioritários da VPAAPS. Algumas referências externas e internas da Fiocruz importantes incluem a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, a Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030 e o Programa Institucional de Territórios Sustentáveis e Saudáveis da Fiocruz (PITSS)

Nesse campo, nossas ações estão organizadas nas áreas de cooperação social, saúde ambiental e saúde urbana e são desenvolvidas por meio da atuação integrada e colaborativa de nossos escritórios técnicos com outras unidades da Fiocruz e instituições parceiras.

Áreas temáticas de atuação da Fiocruz Mata Atlântica, vinculada à Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS) da Fundação Oswaldo Cruz.

Floresta da Pedra Branca

A região onde o campus da Fiocruz Mata Atlântica está inserido compreende bairros com baixos a médios índices de desenvolvimento social. Nessa região, atuamos na promoção da saúde e sustentabilidade, por meio de ações de fortalecimento das ações do SUS nos territórios, fortalecimento das redes que promovem segurança e soberania alimentar e economia solidária, educação socioambiental, experimentação de tecnologias sociais, restauração ecológica e pesquisas na interface entre biodiversidade, ambiente e saúde, visando minimizar o risco de surtos de zoonoses nessa região.

Assim, a FMA contribui para a missão da Fiocruz, fortalecendo a presença do Sistema Único de Saúde (SUS) em escala local por meio da integração de ensino, pesquisa, serviço e gestão pública. Também atua em alinhamento com a missão do Parque Estadual da Pedra Branca, contribuindo com a conservação do remanescente florestal onde está inserida.

Territórios indígenas

Atualmente, a FMA coordena um Acordo de Cooperação Técnica entre a Fiocruz e o Movimento Baía Viva para ações de promoção da saúde e desenvolvimento sustentável em oito aldeias indígenas do Rio de Janeiro. Nesses territórios, as ações visam contribuir com segurança alimentar, saneamento ambiental, melhoria das moradias, saúde ambiental, cultivo de plantas com potencial medicinal, agrofloresta, restauração ecológica e uso sustentável da biodiversidade. Elas fomentam a geração de trabalho e renda com a cadeia produtiva da restauração ecológica e fortalecimento das atividades já desenvolvidas, como artesanato.

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