LINHA DO TEMPO

Evolução histórica da região da Colônia Juliano Moreira

Até o século 19, a planície de Jacarepaguá era dominada por engenhos de cana-de-açúcar, com destaque para a Fazenda do Engenho Novo. No século 18, foi construído um grande aqueduto de alvenaria sobre pilares de pedra, utilizado para mover a roda d’água na moagem de cana e abastecimento local. 

[IMAGEM DO AQUEDUTO – VER COM LIN SE TEMOS UMA DE NOSSA AUTORIA] 
Construído no século 18, o aqueduto da Colônia Juliano Moreira em Jacarepaguá, RJ, é um marco histórico da antiga Fazenda do Engenho Novo. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o aqueduto é um exemplo notável da engenharia colonial, utilizado para mover a roda d’água na moagem de cana e abastecimento local. 

Em 1912, o governo federal desapropriou a Fazenda do Engenho Novo para construir a Colônia Juliano Moreira (CJM). Alguns monumentos foram preservados, como o aqueduto, a Casa Grande e a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac). 

Em 1924, a CJM foi inaugurada como um macro hospital público federal para doentes mentais crônicos, substituindo os antigos hospícios do século 19. O novo modelo permitia o trabalho agrícola como instrumento terapêutico, mantendo os pacientes afastados dos centros urbanos. 

Em 1987, o Movimento pela Reforma Psiquiátrica propôs humanizar os hospitais e acabar com a internação dos pacientes mentais, com o lema “Por uma sociedade sem manicômios”. Em 1988, com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), iniciou-se a municipalização da Colônia. 

No início da década de 1990, durante o auge do Movimento Antimanicomial no Brasil, surgiu a proposta de desmembramento da área da CJM. Em 1995, estudos buscaram integrar a área à malha urbana do Rio, resultando na divisão da Colônia em seis setores no ano 2000. Nesse ano, a União ofereceu o Setor 1 à Fiocruz, o que resultou na implantação da FMA. 

Linha do tempo da Fiocruz Mata Atlântica

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